Quando ELE resolve falar sobre ELAS
Eu tinha uma ideia irreal de você, uma personificação de algo que mesmo inventei, e se você não fosse tão real quanto meus sonhos?  Todos os copos que enchi, não foram o suficiente pra repor as lágrimas que se foram, eu acredito que poderia ser melhor, se tivesse mais de você real, onde tem muito de um você inventado. Pegue uma taça e encha um copo, estou sangrando, e você gosta de ver a cena. Me sinto estúpido escrevendo para um fantasma, isso não deve ser certo.  O passado caminha de um lado ao outro na minha frente enquanto estou na beira da cama, ele quer me provar que sou fraco e não posso te superar, só preciso terminar com o resto de você que me sobra, antes que acabe o último cigarro. (Pedro Masuri)

Eu tinha uma ideia irreal de você, uma personificação de algo que mesmo inventei, e se você não fosse tão real quanto meus sonhos?  Todos os copos que enchi, não foram o suficiente pra repor as lágrimas que se foram, eu acredito que poderia ser melhor, se tivesse mais de você real, onde tem muito de um você inventado. Pegue uma taça e encha um copo, estou sangrando, e você gosta de ver a cena. Me sinto estúpido escrevendo para um fantasma, isso não deve ser certo.  O passado caminha de um lado ao outro na minha frente enquanto estou na beira da cama, ele quer me provar que sou fraco e não posso te superar, só preciso terminar com o resto de você que me sobra, antes que acabe o último cigarro. (Pedro Masuri)

Eu poderia sussurrar que te amo, ou gritar tão alto que meu peito doesse, não faria diferença se as únicas coisas que me ouvem são os velhos móveis da casa. Esse frio gélido que entra pela janela, esfriando a bebida, a casa por inteira, e mais uma vez me sinto como não fizesse parte da cenário. No meu palco encontro na mente sussurros para corpos se sentirem mansos em minha cama, mas todas as frases foram criadas para você, e quando saio para fora de todos os teatros, o que tiro são decepções do bolso, e dinheiro para uma outra dose. Me lembro de uma certa música, em um certo rádio, suas possíveis reações, seus gestos imprevisíveis, eu não achava que diria isso, ou que precisava dizer, mas queria poder fazer mais por você, nenhum ato meu tem sido o suficiente para que você entre pela porta,para fazer sentir-me parte da cena. (Pedro Masuri)

Eu poderia sussurrar que te amo, ou gritar tão alto que meu peito doesse, não faria diferença se as únicas coisas que me ouvem são os velhos móveis da casa. Esse frio gélido que entra pela janela, esfriando a bebida, a casa por inteira, e mais uma vez me sinto como não fizesse parte da cenário. No meu palco encontro na mente sussurros para corpos se sentirem mansos em minha cama, mas todas as frases foram criadas para você, e quando saio para fora de todos os teatros, o que tiro são decepções do bolso, e dinheiro para uma outra dose. Me lembro de uma certa música, em um certo rádio, suas possíveis reações, seus gestos imprevisíveis, eu não achava que diria isso, ou que precisava dizer, mas queria poder fazer mais por você, nenhum ato meu tem sido o suficiente para que você entre pela porta,para fazer sentir-me parte da cena. (Pedro Masuri)

Minha menina, minha menina… com que autoridade a chamo de minha? Nunca foi, nem tuas curvas, tuas pintas, nem teu sorriso que usa hora pra seduzir a outro, hora para se fazer de meiga. Aquele wisky foi meu, em um gole ou dois, e um fundo no bolso logo em seguida, mas foi. Um black, um corpo taça nú sobre a cama, foram meus, até o amanhecer… preferia tê-la desnuda se espreguiçando sobre os lençois molhados, não necessariamente sem roupa, mas sem máscaras, de alma aberta, e se estivesse sem trapos, vestidos e de maquiagem borrada pelos amassos, seriam só detalhes, bons e perfeitos detalhes. A meia calça rasgada jogada na cadeira,a calcinha em cima dos livros que li só por causa dela, Martha Medeiros, senhor Caio Fernando…o sutiã sobre os chinelos largos meus que ela usa do quarto para cozinha, nada difícil de imaginar, tirando um pequeno detalhe que torna tudo tão complexo: tudo isso se passa na fumaça de um cigarro, que como os meus delírios, acaba. (Pedro Masuri)

Minha menina, minha menina… com que autoridade a chamo de minha? Nunca foi, nem tuas curvas, tuas pintas, nem teu sorriso que usa hora pra seduzir a outro, hora para se fazer de meiga. Aquele wisky foi meu, em um gole ou dois, e um fundo no bolso logo em seguida, mas foi. Um black, um corpo taça nú sobre a cama, foram meus, até o amanhecer… preferia tê-la desnuda se espreguiçando sobre os lençois molhados, não necessariamente sem roupa, mas sem máscaras, de alma aberta, e se estivesse sem trapos, vestidos e de maquiagem borrada pelos amassos, seriam só detalhes, bons e perfeitos detalhes. A meia calça rasgada jogada na cadeira,a calcinha em cima dos livros que li só por causa dela, Martha Medeiros, senhor Caio Fernando…o sutiã sobre os chinelos largos meus que ela usa do quarto para cozinha, nada difícil de imaginar, tirando um pequeno detalhe que torna tudo tão complexo: tudo isso se passa na fumaça de um cigarro, que como os meus delírios, acaba. (Pedro Masuri)

Pare de tentar organizar todas suas roupas em uma só mala, não leve nossa foto favorita que há alguns dias está na gaveta, não me deixe aqui na sala me acabando em um cigarro enquanto você no quarto molha com suas lágrimas todas as cartas que um dia te mandei à distância. Deixe um ou dois vestidos seus, pra que eu possa recordar. Você chora em silêncio,e cobra de mim uma atitude pra que você fique, mas não cobre tanto de alguém que se destrói em silêncio, garota, homens não sabem como se portar com tantos sentimentos. Quais serão os fios que ficaram enroscados na minha barba em uma tentativa frustada de me fazer de travesseiro? Quem irá sorrir de manhã, jogando no sofá, com minha camisa do Beatles, enquanto eu tomo café? Ninguém seria o suficiente, e nem gostaria que fosse, então em uma última dose de adrenalina, ou seja lá dose do que tenha se misturado ao sangue e me acordado do transe, peço, minha menina, fique. E era tudo que você esperava ouvir, jogando a mala no chão, um abraço apertado, na mão direita o cigarro, a esquerda aconchegando sua cabeça, e num piscar de olho, estou ainda na sala, vendo você sair pela porta. (Pedro Masuri)

Pare de tentar organizar todas suas roupas em uma só mala, não leve nossa foto favorita que há alguns dias está na gaveta, não me deixe aqui na sala me acabando em um cigarro enquanto você no quarto molha com suas lágrimas todas as cartas que um dia te mandei à distância. Deixe um ou dois vestidos seus, pra que eu possa recordar. Você chora em silêncio,e cobra de mim uma atitude pra que você fique, mas não cobre tanto de alguém que se destrói em silêncio, garota, homens não sabem como se portar com tantos sentimentos. Quais serão os fios que ficaram enroscados na minha barba em uma tentativa frustada de me fazer de travesseiro? Quem irá sorrir de manhã, jogando no sofá, com minha camisa do Beatles, enquanto eu tomo café? Ninguém seria o suficiente, e nem gostaria que fosse, então em uma última dose de adrenalina, ou seja lá dose do que tenha se misturado ao sangue e me acordado do transe, peço, minha menina, fique. E era tudo que você esperava ouvir, jogando a mala no chão, um abraço apertado, na mão direita o cigarro, a esquerda aconchegando sua cabeça, e num piscar de olho, estou ainda na sala, vendo você sair pela porta. (Pedro Masuri)

O que são esses termos do tumblr?

Acho que acabei de dar meu rim pra ele, mas não me servia pra nada mesmo.

Eu posso te tocar e te fazer enlouquecer, mas você não chega nem perto disso, você tenta tantas vezes, e tudo que consegue de mim é um pouco de prazer no fim da noite, mas o que eu tiro de você, não é o suficiente pra eu querer que você fique. Apanhe suas coisas no chão e vá, eu não poderia me apaixonar por você, alguém trancou a porta e levou a chave embora. Não espere que depois de alguns gritos e risos eu vá segurar seu braço pra que você fique, você sabia de todas as consequências. Uma hora ou outra é preciso umas ações antes de pensamentos, seja uma boa garota, e não olhe pra trás. (Pedro Masuri)

Eu posso te tocar e te fazer enlouquecer, mas você não chega nem perto disso, você tenta tantas vezes, e tudo que consegue de mim é um pouco de prazer no fim da noite, mas o que eu tiro de você, não é o suficiente pra eu querer que você fique. Apanhe suas coisas no chão e vá, eu não poderia me apaixonar por você, alguém trancou a porta e levou a chave embora. Não espere que depois de alguns gritos e risos eu vá segurar seu braço pra que você fique, você sabia de todas as consequências. Uma hora ou outra é preciso umas ações antes de pensamentos, seja uma boa garota, e não olhe pra trás. (Pedro Masuri)

Guardei o meu conhaque para depois, ando preferindo o cheiro do café enquanto o vapor sobe no asfalto com a chuva, enquanto esfria lá fora, me mantenho quente por dentro. Eu poderia queimar tudo que você deixou, mas prefiro guardar no fundo da gaveta, a saudade pode bater novamente em uma dessas noites escuras, e apesar de todo o mal, eu não pretendo te esquecer. Pra onde se foi aquele cara grosso que quebrava garrafas de cerveja pra ver alguém se machucar? A cerveja se tornou amarga demais, talvez tanto como eu, e não aceito dois de mim em um mesmo local, troquei por algo mais forte. Quando você invadiu a minha vida sem a mínima permissão, mudei tantas coisas, que agora nem me reconheço mais, posso me olhar no espelho , com as luses acesas, ou na escuridão, e sempre vai refletir a mesma coisa, nada. Só precisava que você voltasse com um sorriso no rosto e acendece tudo, que controlasse esses pensamentos tão independentes, que acreditasse que eu posso, que eu poderia te fazer voltar aquilo, e se não conseguisse, eu poderia me adaptar a você que agora se parece comigo. Há um espaço entre a garrafa e o copo, acredite em mim se quizer ou puder, eu estou fazendo tanto mal a mim, pela falta de você. Você tem medo de voltar pela porta que deixou aberta e me ver no chão? Eu criei nos corredores, a fantasia que você soprou ao vento, um alguém tão irreal, que um gesto simplório, o fazia desaparecer. Eu poderia esperar alguns minutos, ou mais mil anos, se você me desse a esperança de chegar, e tornar o fantasma, real. (Pedro Masuri)

Guardei o meu conhaque para depois, ando preferindo o cheiro do café enquanto o vapor sobe no asfalto com a chuva, enquanto esfria lá fora, me mantenho quente por dentro. Eu poderia queimar tudo que você deixou, mas prefiro guardar no fundo da gaveta, a saudade pode bater novamente em uma dessas noites escuras, e apesar de todo o mal, eu não pretendo te esquecer. Pra onde se foi aquele cara grosso que quebrava garrafas de cerveja pra ver alguém se machucar? A cerveja se tornou amarga demais, talvez tanto como eu, e não aceito dois de mim em um mesmo local, troquei por algo mais forte. Quando você invadiu a minha vida sem a mínima permissão, mudei tantas coisas, que agora nem me reconheço mais, posso me olhar no espelho , com as luses acesas, ou na escuridão, e sempre vai refletir a mesma coisa, nada. Só precisava que você voltasse com um sorriso no rosto e acendece tudo, que controlasse esses pensamentos tão independentes, que acreditasse que eu posso, que eu poderia te fazer voltar aquilo, e se não conseguisse, eu poderia me adaptar a você que agora se parece comigo. Há um espaço entre a garrafa e o copo, acredite em mim se quizer ou puder, eu estou fazendo tanto mal a mim, pela falta de você. Você tem medo de voltar pela porta que deixou aberta e me ver no chão? Eu criei nos corredores, a fantasia que você soprou ao vento, um alguém tão irreal, que um gesto simplório, o fazia desaparecer. Eu poderia esperar alguns minutos, ou mais mil anos, se você me desse a esperança de chegar, e tornar o fantasma, real. (Pedro Masuri)

Se você olhar na mesa e estiver molhada, não brigue comigo por não usar o porta-copos, aquilo são lágrimas. Umas pílulas para dormir, e um copo de vodka, enquanto o sono não vem, me abraço às curvas do fantasma, mas desaparece e permanece um amor, nunca saberei se ela sente o mesmo. Estou cansado de deixar sempre as mesmas bagunças pra arrumar, a mesma marca de um soco na parede a consertar, talvez você queira que eu te espere, talvez não, eu deveria? Anda tão vazia quanto os copos que eu gostaria de encher, o som cansou de ecoar pela casa vazia, e eu cansei de esperar pra você os completar. (Pedro Masuri)

Se você olhar na mesa e estiver molhada, não brigue comigo por não usar o porta-copos, aquilo são lágrimas. Umas pílulas para dormir, e um copo de vodka, enquanto o sono não vem, me abraço às curvas do fantasma, mas desaparece e permanece um amor, nunca saberei se ela sente o mesmo. Estou cansado de deixar sempre as mesmas bagunças pra arrumar, a mesma marca de um soco na parede a consertar, talvez você queira que eu te espere, talvez não, eu deveria? Anda tão vazia quanto os copos que eu gostaria de encher, o som cansou de ecoar pela casa vazia, e eu cansei de esperar pra você os completar. (Pedro Masuri)

Chega bem pertinho, ignore o cheiro forte do cigarro, sei o que você deseja, e eu posso te dar tudo isso e um pouco mais,não olhe nos meus olhos que eu não quero me perder, abra seu coração por uma noite, pare de mordiscar os lábios tentando me seduzir, pois você já fez isso no começo da noite, garota. Apenas sente-se na cama e me deixe fazer o resto. O zíper do seu vestido parece não ter fim, enquanto o sangue esquenta, e você olha pra trás com um sorriso sexy. Deixe-me detalhar seu corpo com as mãos, você até tenta dizer “não”, mas já é tarde demais, eu e você… ambos sabemos onde tudo isso vai terminar. Me veja envolver em seus gritos, querida apenas susurre, não queremos acordar os vizinhos mal amados. E de manhã posso até preparar o seu café, mas quando for embora, não tente ligar pro número que anotei no seu corpo na noite anterior, a não ser que você queira pedir uma pizza. Se me ver por ai, atravesse a rua, não vai querer discutir com quem não se importa, era só uma noite, não seja paranóica, eu nunca te fiz nenhuma promessa. (Pedro Masuri)

Chega bem pertinho, ignore o cheiro forte do cigarro, sei o que você deseja, e eu posso te dar tudo isso e um pouco mais,não olhe nos meus olhos que eu não quero me perder, abra seu coração por uma noite, pare de mordiscar os lábios tentando me seduzir, pois você já fez isso no começo da noite, garota. Apenas sente-se na cama e me deixe fazer o resto. O zíper do seu vestido parece não ter fim, enquanto o sangue esquenta, e você olha pra trás com um sorriso sexy. Deixe-me detalhar seu corpo com as mãos, você até tenta dizer “não”, mas já é tarde demais, eu e você… ambos sabemos onde tudo isso vai terminar. Me veja envolver em seus gritos, querida apenas susurre, não queremos acordar os vizinhos mal amados. E de manhã posso até preparar o seu café, mas quando for embora, não tente ligar pro número que anotei no seu corpo na noite anterior, a não ser que você queira pedir uma pizza. Se me ver por ai, atravesse a rua, não vai querer discutir com quem não se importa, era só uma noite, não seja paranóica, eu nunca te fiz nenhuma promessa. (Pedro Masuri)